Em mais uma tarde reflexiva,
vejo e entendo parte da alma,
a parte machosapiente.
Sinto o peso da honra.
Da alma de bagos e bagaços.
Não há mesmo como evitar o medo...
A sensação
não apenas faz parte,
ela é!
Não há escolhas ou vivências.
Não existem momentos, imagens ou sons.
Eu já ignoro palavras e verdades.
Vivo a machosapiencia...
E viva a machosapiencia!
Um ode à surda e sábia cegueira da inconsciencia...
E à todas as sutilezas deste sentimento bruto, calmo e cão.