Levantou.
Não correu.
Deixa que os ventos toquem, tremam.
Ouve a musica dos seus assovios além das sete vidas,
transformando-se em visões do oitavo andar,
Sai de pé,
Quer sentir as novas gotas,
o tempo,
o tempo,
o frio...
E quando a chuva finalmente embota o céu e os olhos,
deixa que caia...
Mas guarda o levante.
Deixa o levante livrar as costas do cabelo,
e num eriçar de pelos sabe que está vivo!
mais vivo quando só,
mais só enquanto vivo...
e num eriçar de pelos sabe que está vivo!
mais vivo quando só,
mais só enquanto vivo...
Parado,
Apenas compartilha com o vento,
na humana solidão dos pensamentos.
E quando a chuva finalmente embota o céu e os olhos,
deixa que caia...
Mas guarda o levante.
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