Chegando aos 24 anos ouvi muitas piadinhas... É engraçado que um numero qualquer, como o 24, ainda seja jocoso, a ponto de manter associações tão banais com a homossexualidade desde que me entendo por gente. Não menos divertida é a ideia de que um numero possa "determinar" as atitudes de uma pessoa.
Entretanto é o que realmente acontece. Cifras, estatísticas, coordenadas e muitos outros números tornam-se a razão de sobrevivência das pessoas.
Voltando às idades, acredito que realmente sejam marcantes. O primeiro ano de vida, os 15 anos de uma garota, a maioridade, as "casas numéricas" em que entramos (e saímos) até a grandiosa "terceira idade" são exemplos notáveis... Mudanças de atos, vestuário, vocabulário, gosto, estilo, e visão quem não as viveu que atire a primeira pedra. Curioso é que, mesmo quando não vivenciadas, as idades "voltam". Acredito que aos 24 anos percebemos que algumas idades, como os 20, tendem a retornar após os 50 regularmente, outras, como os 16 e 17, vão e vem durante nossa existência, e que por vezes os 60 se antecipam. E nesta seara de especulações noturnas frequentemente a duvida se instala: - Seriam as idades o motivo das circunstancias, ou seria esta a razão das idades?
Nenhum comentário:
Postar um comentário